Friday, September 18, 2009

Spleen Poetry



Portugal
Portugal

It all started in September 2005… Marco Brantner got together with an old school friend, Pedro Leal and they decided to start a band (…). In December they got to know Daniel Ramos (…) and started to rehearse together calling themselves Spleen Poetry. They soon realized that it was going to be a rocky road; they had to adapt to each other’s individual style and they also needed other musicians to get the project off the ground.

Time was passing by and it seemed as if the project was never going to take off; the musicians didn’t materialize and the 3 group members found themselves having to play covers in bars. Pedro Leal left the group because he couldn’t juggle his music and his studies, but despite that, Marco Brantner and Daniel Ramos promised themselves that they would achieve their goal at all costs.

They started to rehearse with some musicians, however none of them seemed to have the chemistry needed to interpret and express the songs in the way that Spleen Poetry wished. Frustrated, they decided that there was only one thing to do… try to record an album with guest musicians.

Then, Marco bumped into Paulo Baixinho (Su) and after explaining their project he believed that he could be the key to recording the album and expressing the music in the way that the band intended.

The work was hard and challenging for everyone involved and after 7 months they finally brought it to an end. The result is an album called: What if…?

Spleen%20Poetry

Foi em Setembro de 2005 que tudo começou… Marco Brantner juntara-se com um antigo colega de estudos, Pedro Leal, e decidiram formar uma banda (…). Em Dezembro conheceram a Daniel Ramos em Famalicão (cidade onde Marco estudava na altura) e começaram a ensaiar juntos, designando-se por Spleen Poetry. Rapidamente sentiram que a batalha iria ser complicada, pela diversidade de gostos e pelo facto de precisarem de encontrar outros músicos para dar asas ao projecto.

O tempo foi passando e parecia que nunca se iriam conseguir desenvolver os temas do projecto. Os músicos não se materializavam e os 3 elementos da banda apenas se limitavam a tocar covers em Bares. Pedro Leal abandonou a banda por não conseguir reconciliar a música com os estudos, porém, Marco Brantner e Daniel Ramos prometeram, a si mesmos, concretizar o projecto a qualquer custo.

Foram ensaiando com alguns músicos, no entanto, nenhum parecia ter a química necessária para desenvolver os temas da forma como os
Spleen Poetry o desejavam. Frustrados com as tentativas concluíram que só haveria algo a fazer… tentar gravar um CD com músicos convidados.

Nesse momento, Marco cruzou-se com Paulo Baixinho (Su) (conhecido seu de Caminha) e após conversar sobre o projecto, acreditou que este poderia ser a solução para gravar o álbum e expressar a música da forma como a banda pretendia.

O processo foi árduo e desafiante para todos e passados 7 meses colocou-se, finalmente, um ponto final. O resultado foi este Álbum denominado
What if…?

“Para ser o primeiro CD, os Spleen Poetry formados em 2005, já nos mostram grande maturidade e um bom talento para a escrita. A produção e mistura do álbum são perfeitas.”
Rémifm ( escritor de artigos da metal integral) - França

“os Spleen Poetry oferecem-nos um conjunto de canções maioritariamente inspiradas pela folk, o country e o blues e onde o pop e o rock revestem por vezes as camadas de som. São músicas por momentos introspectivas, noutros mais soltas. As guitarras não mentem e quando se electrificam e os dedos passam nas cordas trazem agarradas a si sons que nos lembram as guitarras dos Cowboy Junkies. Quando soam mais acústicas mergulham numa folk mais indie. Tudo isto sem esquecer aqueles momentos mais blues”
Nuno Ávila (RUC) – Portugal (Coimbra)

“A estrutura de cada música é notável quanto às coisas que vocês querem que aconteçam, pois, geralmente acontecem onde vocês querem. As músicas estão bem construídas e desenvolvidas desde o inicio até ao fim, com boa localização dos bridges, choros. A técnica de escrita das letras é boa, assim como, a performance vocal que, na nossa opinião, se enquadra bem dentro do estilo e do género musical. Bom trabalho para uma boa performance”
Equipa da Caragan Music –Reino Unido


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