“Mesmur” is what one can call a deep introspection in the
darkest corner of human thought. The album presented by the band is the
synonymous of a doomed world, condemned to failure and destruction. The music
carries to the listeners, through the lyricall themes and musicality, the
vision of a society lost in a concept of despair and feelings which can’t be
controlled. These practitioners of funeral doom bring us a debut work that is
both the apogee of apocalyptic music and the melancholic serenity of funeral
atmospheres.
With a style that blends an unique variety of sounds, from
the slow brutality of Evoken to the most complex atmospheres of bands such as
Neurosis or Mar de Grises, Mesmur have created an elastic sonority, slightly
apart from the simplicity that dominates the gender.
The self-titled album contains five powerful tracks, neither
of them under eight minutes. One could think that the fact of the track being
so long could lead to the alienation of the listener during the music. However
this is not the case. A variation exists throughout the songs that makes the
attention possible and that the listener willingness to hear them grows.
The gloomy atmospheres and apocalyptic rhythms are born from
the synth and guitar of the frontman Yixja in connection with the simplicity of
the slow rhythms of Alkurion drums, gruesome voice of the vocalist Chris G and
bass of Aslak Karlsen Hauglid. This quartet is the image of a musical asymmetry
that lives in concordance with a mournful harmony. This notion may seem inconsistente…
what I’m trying to say is that the serener melodies and atmospheres can be
separated easily from the heavier and more pervasive parts of the music but
can’t be entirely liberated from them.
“Mesmur” is like a maze in which the listener can lose
himself without ever getting tired of it.
"Mesmur" é aquilo a que se pode chamar introspecção profunda
nos recantos mais sombrios do pensamento humano. O álbum apresentado pela banda
é o sinónimo de um mundo condenado ao fracasso e à destruição. As músicas
transportam aos ouvintes, através dos temas abordados liricamente e
musicalmente, a visão de uma sociedade perdida num conceito de desespero face a
sentimentos que não podem ser controlados. Estes praticantes de Funeral Doom
trazem-nos um trabalho de estreia que é ao mesmo tempo o apogeu da música apocalíptica
e a serenidade melancólica de atmosferas funerárias.
Com um estilo que mistura uma variedade única de sons, desde
a brutalidade lenta dos Evoken até as mais complexas atmosferas de bandas como
os Neurosis ou os Mar de Grises, os Mesmur criaram uma sonoridade elástica, um
pouco afastada da simplicidade que no género impera.
O álbum apelidado com o nome da banda contém cinco faixas
poderosas, nenhuma com menos de oito minutos. Poderia pensar-se que o fato das
faixas serem tão compridas pudesse levar a uma alienação do ouvinte em
determinado momento da música, especialmente por ser um género associado à
monotonia musical. No entanto isso não se verifica. Existe uma variação ao
longo das músicas que faz com que a atenção permaneça e que a vontade do leitor
em ouvi-las cresça.
As atmosferas sombrias e ritmos apocalipticos nascem das
teclas do sintetizador e guitarradas do líder Yixja em junção com a
simplicidade de ritmos lentos da bateria de Alkurion, com a voz macabra do
vocalista Chris G e com o baixo de Aslak Karlsen Hauglid. Este quarteto é a
imagem de uma assimetria musical que vive em consonância com uma harmonia
fúnebre. Esta noção pode parecer contraditória... o que quero dizer é que as melodias e atmosferas mais serenas separam-se
facilmente das partes mais penetrantes e fortes mas nunca se libertam delas
“Mesmur” é como um labirinto emocionante no qual nos
queremos perder vezes sem conta.
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One melee with the words, ideas and its paradoxes... albuns that are news, the reviews at "HeavyHardMetalmania.net", always with its watermark, Pedro Ribeiro, with love for beer... sorry, music from an early age, he studied piano and singing from 7 to 14 years, then, devoted himself to the study of the guitar for 5 years. "The wisdom is found in the extremes, all extreme Metal here!"
Street Date: December 8th, 2014
Below can be heard the opening track, Deprivation, via Aural's bandcamp page.
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